Resolução da UEPB que estabelece uso do banheiro conforme identidade de gênero contraria Biologia e atende a agenda específica

O artigo 13, dessa resolução, diz que “É garantido a todas as pessoas que se enquadrem nos termos do artigo 1º (...) o uso do banheiro conforme o gênero que se identifica”

Foto ilustrativa [Google imagem]
Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

Uma resolução, assinada pelo reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Antônio Rangel Júnior, datada de 9 de outubro do corrente ano, pegou de surpresa muitos alunos da instituição. Nela ficou estabelecido que estudantes pudessem usar o banheiro conforme o gênero com o qual se identifica, estabelecendo oficialmente a ideologia de gênero, mesmo sem que ela tenha passado pelo Congresso Nacional.

O artigo 13, dessa resolução, diz que “É garantido a todas as pessoas que se enquadrem nos termos do artigo 1º (…) o uso do banheiro conforme o gênero que se identifica” e embora seja uma resolução interna da UEPB, o magnífico reitor demonstra desconhecimento das discussões da ideologia de gênero no Congresso Nacional e dos planos municipais e estaduais de educação sobre o mesmo assunto, onde houve protestos e a questão não foi aprovada.

Assine o Blesss
Assine o Blesss

De acordo com o presidente da Visão Nacional Para Consciência Cristã (VINACC), pastor Euder Faber, ao assinar a resolução para atender a uma agenda especifica, a reitoria contrariou o pensamento de grande parcela dos universitários.

O pastor disse que a determinação do sexo ocorre no momento da fecundação e não por construção social. “Na ânsia de anular o aspecto natural do ser humano, a ideologia de gênero afirma que ninguém nasce homem ou mulher, mas deve construir sua própria identidade, isto é, o seu gênero ao longo de sua vida. Esse ‘gênero’ seria, então, uma construção pessoal, auto-definida, e ninguém deveria ser identificado como “homem” ou como “mulher”, mas teria que inventar sua própria identidade, mas esta ideia contraria a biologia.

De acordo com a bióloga Mariana Sá, formada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e mestre em Sistemática e Evolução pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), professora do UNIPÊ João Pessoa, “não se pode contrariar o aspecto natural, pois a genética explica que o sexo é definido pelos nossos cromossomos, um deles, que são chamados de cromossomos sexuais (XY masculino; XX feminino)”. Segundo ela, a determinação do sexo ocorre no momento da fecundação do óvulo.

Apesar de reconhecer a “ideologia de gênero”, como sendo um elemento ligado a psique (psicologia), a professora Mariana Sá disse que por mais que uma pessoa nasça mulher e não se sinta mulher, pode até mudar a feição para homem, tomando hormônios, alterar o metabolismo, não vai deixar de ter os cromossomos relativos a ser mulher.

Para os defensores da ‘ideologia de gênero’, homens e mulheres são meras construções sociais, mas a bióloga faz uma ressalva.

“Na realidade, todos nós construções sociais, pois somos influenciados por vários aspectos, exemplo da família e dos amigos, etc. Daí, porém, alguém se tornar homem ou mulher por uma construção social não tem nada a ver. Porque ser homem ou ser mulher é um fato genético. E não é controlado pela sociedade, e sim, pela biologia, quando define se vai ser homem ou mulher através do arranjo de cromossomos que se organiza de forma a dizer qual é o sexo”.

Por: Gomes Silva
Redação: Consciência Cristã News

Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Comentários do Facebook