A Rede Globo está em Campanha Aberta pela Liberalização da Maconha

Num quadro precário de atendimento, quase beirando ao caos, a liberalização das drogas seria a desgraça da nação.

Imagem - Fantástico
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Domingo passado o programa semanal do Fantástico defendeu a liberalização do uso da maconha e relacionou a violência a proibição do comércio. Não assisti o programa de domingo, raramente vejo TV, mas acabei vendo depois no facebook de alguns amigos. Este programa que cultua bandido e apoia à agenda gay, não é a primeira vez que defende as drogas. Ataca diariamente a família brasileira com novelas promiscuas, a globo glamoriza a bandidagem e prega ódio aos policiais. Agora a Globo está em campanha aberta pela liberalização da maconha. A Globo quer destruir as vidas de milhares de brasileiro, milhares de crianças e adolescentes. A Globo quer a vida de nossos filhos. Em 2014 o programa Fantástico já havia feito uma matéria sobre a produção caseira da maconha na Califórnia. A ideia era passar uma imagem ”positiva, muito comum”. Mas o outro lado ( como sempre não foi mostrado) que revela os prejuízos a memória e surgimento de doenças como depressão e esquizofrenia…ignorado. Olhando bem a juventude americana que desde de 1950 vem sendo viciada e destruída, no cenário atual os motivos para proibir são ainda mais evidentes, mas a Globo quer abrir o debate usando os ”bons” exemplos nos Estados Unidos. Ainda em 2014 a ONU fez um relatório que inclusive vai contra ao que ela defende. O relatório divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) aponta que 183 mil mortes registradas em 2012 tiveram relação com entorpecentes, uma queda de quase 13% em relação ao ano anterior, quando foram calculados cerca de 210 mil óbitos. A maioria das mortes de pessoas com idade entre 15 e 64 anos na América do Norte (44.600) números que só cresceram até o presente. A ONU classifica como mortes relacionadas com drogas os óbitos por overdose, consequência da transmissão de HIV ao injetar drogas, suicídios e traumas não intencionais sofridos por usuários. O texto trouxe ainda a informação que entre 162 milhões e 324 milhões de pessoas no mundo consumiram ao menos uma vez alguma droga não permitida, como maconha, cocaína ou anfetamina, e que, em 2012, entre 16 milhões e 39 milhões eram dependentes químicos. E a Globo em defesa da liberalização de algo que está destruindo a humanidade. Veja o vídeo de 2014:

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Num país onde a saúde é precária, onde falta os recursos básicos como leitos e atendimentos, num país onde a corrupção é uma ”cultura” e o governo não assiste seu próprio povo, a liberalização da maconha seria um desastre social sem precedentes. Psicólogos? Acesso a um bom psiquiatra? Não é para todos, na realidade é para quem tem muito dinheiro o que não é o caso da maioria dos brasileiros. IPEA, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, apresentou o Comunicado n° 129 – Presença do Estado no Brasil, divulgando dados sobre a desigualdade por estado de acesso à saúde, educação, cultura, entre outros.Na área da saúde dois indicadores foram analisados: número de profissionais da área com formação superior (médicos e enfermeiros) e número de procedimentos aprovados pelo SUS (consultas e internações), por habitantes. A média nacional de médicos para cada mil habitantes é de 3,1, sendo que regiões mais desenvolvidas – Sul e Sudeste – têm taxas de 3,7 médicos e enfermeiros. Norte e Nordeste apontam defasagem nesse número, respectivamente 1,9 e 2,4 profissionais qualificados para atuar com saúde.O segundo indicador que analisa os procedimentos aprovados pelo SUS, também apresenta diferença entre os estados, porém a média de consultas por habitante, em todas as regiões, se aproxima de 2,6. As regiões Sul e Sudeste têm menos consultas aprovadas por médico (por habitante) do que a média nacional, enquanto Norte, Nordeste e Centro-Oeste, nesse quesito, se superam! Agora imagine este quadro num contexto onde as drogas são legais, imaginou? É o sonho da Rede Globo e seus emissários.

O Uso da maconha é uma das causas da depressão e esquizofrenia!

Os efeitos imediatos de usar maconha incluem: aceleração dos batimentos cardíacos, desorientação e falta de coordenação motora, frequentemente seguidos por depressão ou sonolência. Alguns usuários sofrem de ataques de pânico ou ansiedade.Estudos publicados numa edição do British Medical Journal indicam que o uso frequente da maconha pode levar à depressão, principalmente entre garotas adolescentes. Pesquisadores descobriram também fortes indícios de que a droga pode aumentar consideravelmente os riscos de esquizofrenia. E a depressão é a maior causa! Sim, a maconha causa diferentes tipos de depressão, entre leve, moderada e severa. A maconha também causa quase sempre a existência de problemas de concentração e raciocínio que impactam no organismo: Problemas no apetite a pessoa come demais —, desânimo, cansaço, fraqueza, problemas hormonais, habilidade reduzida para se concentrar, falhas de memória e agitação ou apatia psicomotora. E esses sintomas através do tempo aparecem em quase todos os usuários.

Ex-consultor da OMS e da Food and Drug Administration (FDA) — agência reguladora dos Estados Unidos equivalente à Anvisa no Brasil —, o psiquiatra David Vincent Sheehan dedicou toda a sua carreira aos estudos sobre depressão também pelo uso de entorpecentes e suas consequências . Sheehan, que participou do Congresso Brasileiro de Psiquiatria no mês de julho deste ano, falou ao GLOBO sobre depressão e afirma que já atingiu, atinge ou atingirá de 20% a 25% da população brasileira, de acordo com estimativas. Num quadro precário de atendimento, quase beirando ao caos, a liberalização das drogas seria a desgraça da nação.

É possível diminuir a criminalidade liberando o uso de entorpecentes?

No vídeo de ontem o Fantástico usou ”especialistas”, claro, de uma parte que apoiava a pauta da matéria que interessava a emissora, e colocou ministro do STF Roberto Barroso, para fundamentar a ideia em defesa da liberalização. Barroso que defende a ideia de que a violência está relacionada a proibição do uso de drogas. Mas tem fundamento isso? Ignorância do ministro?

A falácia de que liberando a comercialização vai diminuir a violência faria Gené Girard. Mas é preciso desmontar a falácia da Globo filosoficamente apresentando as raízes da violência. Para Girard é o caráter mimético do desejo humano. Como se trata de conceito-chave, vale a pena reiterar: ”eu não desejo independentemente do grupo social no qual me encontro. O meu desejo é derivado do desejo de outros, ou de outro que adoto como modelo. A violência é imitada. As crianças crescem num contexto em que seus heróis são traficantes, comerciantes de drogas. Mas não é o dinheiro o principal motivo, mas o desejo de poder. Poder de ser igual ao outro, poder de ter uma Ak47, poder de ter sua própria boca de fumo, poder de ser juiz de vida e morte, de decidir suas própria regras. Girard compreende o ser humano como uma criatura que não sabe o que desejar e dessa forma se vira para modelos na tentativa de preencher sua mente, imitando o que os outros desejam. Digamos que o governo libere as drogas, elas seriam legalizadas e taxadas. Impostos. O usuário vai comprar com encargos ou aquele que sonega os impostos para ter um lucro a mais e vencer seus concorrentes? Claro que no Brasil tropicália tudo é sonegado, burlado, e, isso tá bem claro nos produtos que vem do Paraguai. E a classe pobre e média não estariam na 25 de Março se não fosse assim. Então aumenta a demanda pela ilegalidade e o governo não tem como controlar. Legalizar a maconha não vai resolver o problema da violência, vai aumentar. O motivo é simples: O homem é o problema e por isso precisa de leis. Quando Haddad tentou ”regularizar e humanizar” a cracolância o que houve foi um aumento na taxa de criminalidade e a coisa toda fugiu do controle. O que ele fez? Foi dialogar com banidos…acreditem, foi exatamente isso que ele fez, veja a matéria da Folha de São Paulo do dia 01-05-2015:

Imagem – Folha

A Globo está abusando da paciência do brasileiro. O brasileiro ainda tem sido muito benevolente com uma empresa que precisa de audiência para sobreviver. Ela glamoriza tudo que há de ruim inclusive a bandidagem nos morros do Rio.O colunista Ricardo Noblat, do jornal O Globo, fez uma postagem no dia 22 de setembro sobre os avanços do Exército no Rio. A postagem, feita no Twitter, como se estivesse avisando aos traficantes da operação. Apesar do tom irônico ainda sim avisou aos meliantes, veja:

A Globo tem que ser denunciada pela sociedade civil, mas seria um excelente começo se pelo menos a cristandade mudar de canal ou desligar a TV. Gastar mais tempo com a família, amigos e buscar o conhecimento em bons livros. É do maior interesse da rede Globo ter uma população que não pense, que seja alvo fácil do controle totalitário que ela já exerce com uma audiência surreal. Ela quer que a próxima geração seja totalmente idiotizada e viciada em entorpecentes totalmente anulada e indiferente nas questões fundamentais da vida, a Globo é o grande inimigo a ser combatido pela família cristã brasileira. Apesar de tudo, confiamos em Deus. Estamos certo que Cristo está retornando e por isso o tempo avança cada vez mais. Amanhã será pior do que hoje, mas segue poderosamente o conselho do nosso Mestre:”Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”; João 16.33.

Por Heuring Felix Motta
Colonista da Revista Consciência Cristã

Fontes:

1-oglobo.globo.com/sociedade/saude/ha-muito-estigma-na-depressao-diz-psiquiatra-referencia-mundial-no-tema-21368415
http://www.bbc.com/portuguese/ciencia/021122_cannabisebc.shtml

2-ibacbrasil.com/noticias/enfermagem/ipea-mostra-a-desigualdade-de-acesso-a-saude-no-brasil

3-folha.uol.com.br/cotidiano/2015/05/1623557-equipe-de-haddad-conversou-com-traficantes-para-agir-na-cracolandia.shtml

4-g1.globo.com/mundo/noticia/2014/06/onu-diz-que-183-mil-mortes-tiveram-relacao-com-drogas-em-2012.html

Bibliografias

1-A Guerra Antes da Civilização, O Mito do Bom Selvagem – Keeley,Lawrence H. – É Realizações
2-Violência Sagrada: Paulo e a hermenêutica da cruz em René Girard – Hamerton-Kelly, Robert G. – É Realizações

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