Mentiram para mim sobre Freud: A psicanálise e sua essência amoral

Elementos da natureza da ideologia de gênero e do movimento gay, vem da infernal psicanálise freudiana! Hoje a psicanálise invadiu o ministério pastoral e se tornou quase como um requisito para aconselhar o rebanho.

Imagem -Pop Sapiens
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Existem muitos questionamentos sobre os resultados da psicanálise. Um destes questionamentos é uma preocupação dela está substituindo o aconselhamento pastoral. Alguns críticos de Freud afirmam que na realidade a psicanálise é de essência amoral, e Freud criou para competir com o sacramento de confissão romana e o aconselhemanto pastoral protestante. Hoje em dia tanto padres como pastores estão cursando psicanálise para ajudar seus rebanhos no caminhar da fé. Mas quem é o pai da psicanálise e como sua própria vida influenciou sua teoria?

Quem foi Freud?

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Sigmund Freud chamava-se, na verdade, Sigismund Schlomo Freud. Ele pertencia a uma família grande de judeus. A sua mãe, Amalia, era a terceira esposa de seu pai, um comerciante, e tinha 20 anos a menos que o marido. Freud teve sete irmãos mais novos. Como ele mesmo afirmava: ‘’Sou um judeu sem Deus’’. Freud conheceu de perto o anti-semitismo com bases ‘’cristãs’’ com a qual ele veio a lutar. Isso pode ter levado o jovem Freud a repudiar por completo os valores judaico-cristãos. Seu livro ”O Futuro de uma Ilusão”, foi seu ataque frontal ao cristianismo. No livro ele diz: ‘’A religião é uma mera ilusão, a realização tola dos desejos de mentes infantis’’. Essa ideia de Freud na realidade não é dele, não tem originalidade. Ele não é bem um inovador. Seu ateísmo vem de Maquiavel, Thomas Hobbes, Rousseau e Nietzsche. Seu mérito? Transpor as ideias ateístas destes filósofos para psicanálise.

O pai da psicanálise se interessou pelo mundo das letras muito jovem. Aos 8 anos, já costumava ler Shakespeare. Também participou ainda adolescente de uma conferência sobre um ensaio de Goethe a respeito da natureza. Antes de optar pelo curso de Medicina, Freud pensou em estudar direito. Entre 1884 e 1887, desenvolveu uma pesquisa sobre as propriedades da cocaína. Ele mesmo cheirava pequenas quantidades e depois anotava seus efeitos sobre a fome, o sono e o cansaço. Mais tarde, quando foi publicado em algumas revistas médicas que o uso prolongado do entorpecente poderia causar delírio, acabou sendo acusado de propagar uma nova doença. Fora isso, chegou a receitar uma quantidade significativa do produto a um paciente, que acabou morrendo por overdose. Freud também aconselhava seus pacientes a ingestão de morfina, muitos deles acabaram viciados e até morrendo.

Segundo o historiador e professor Mikkel Borch-Jacobsen, Freud era um charlatão que se aproveitava da fraqueza de muitos dos seus pacientes. Ele diz: ‘’Sim, a forma como ele sacrificava seus pacientes no altar das suas teorias é vergonhosa. Marie von Ferstel, por exemplo. Ela era uma mulher rica que sofria de fobias e de constipação. Freud disse a ela que, para resolver esses problemas, ela teria que aprender a se desapegar, por exemplo, do dinheiro. O que ela fez? Transferiu para ele o título de uma das suas propriedades, que ele prontamente vendeu. Eu acho isso imperdoável. Freud simplesmente não era uma pessoa admirável’’. Além disso, sua afirmação de que a psicanálise era a solução para todas as coisas se tornou de fato uma fraude de Freud. Muitas pessoas que se submeteram ao tratamento com ele cometeram suicídio. Nem de sua filha ele conseguiu tratar.

Freud e o retorno ao homem natural

Elementos da natureza da ideologia de gênero e do movimento gay, vem da infernal psicanálise freudiana! O sujeito afirmava que um recém-nascido mamando no peito de sua mãe já era uma ação sexualizada. Ele explica: ”Quando a mãe satisfaz a fome da criança, torna-se seu primeiro objeto de amor, nessa função a mãe vira objeto de desejo e com o passar do tempo o pai será seu inimigo”. Você entendeu? É exatamente isso que ele disse: A proteção do peito da mãe desperta no recém-nascido o desejo de possuir sexualmente sua protetora, e, simultâneamente, o desejo de assassinar seu pai. Não foi atoa que Heberte Marcuse fez seu livro ”Eros e Civilização”, nas teorias freudianas de ”Totem e Tabu”. Hebert Marcuse afirmava: ”É necessário erotizar as crianças”. Não creio que Marcuse tenha deturpado Freud! Freud pregava o homem amoral de Hobbes e Rousseau. Este homem podia realizar tudo para conseguir ser feliz. Não existe certo ou errado, bem e mal. Esta noção de certo e errado, bem e mal é a causa de muitas neuroses. Ele diz: ”O homem natural é bom, o homem selvagem é o ideal”. Só que se esqueceu de que homem de hoje sendo imagem do homem selvagem, o resultado final é a barbárie.

Para Freud o homem natural foi anulado pela religião. Foi a religião apresentada ao homem como solução dos seus problemas, mas na realidade ela produziu nele um comportamento antinatural. A religião se tornou mais um problema. O homem natural não é uma ideia original . Ela passa por Thomas Hobbes e Rousseau. Seu mérito foi transpor as ideias dos outros para psicanálise. O homem natural e feliz é aquele que pratica incesto, canibalismo e mata por rivalidade. Esse é o homem natural. O seu livro ”Totem e Tabu” inclusive serviu de base para os argumentos de Hebert Marcuse, que escreveu o famoso ”Eros e Civilização”. Sempre visando o fim do modelo de família judaico-cristão. O próprio Freud teve uma relação quase incestuosa com uma de suas filhas. Nascida no dia 03 de dezembro de 1895, Anna Freud era a mais jovem dos seis filhos de Sigmund e Martha Freud. E foi com toda a franqueza que expressou a Lou Andréas- Salomé o seu verdadeiro sentimento: ‘’era tão incapaz de renunciar a Anna quanto deixar de fumar’’. Do seu lado, Anna sofria com o escândalo que essa paixão suscitava no movimento psicanalítico. Ela mesmo afirmava : “Pouco importa o destino escolhido, disse ela, desde que ele se cumpra até o fim’’. Esse é o pai da psicanálise. Teoria que veio destruir a confissão romana e o aconselhamento pastoral!

Como terminou Freud?

Com suicídio do próprio veneno que recomendava a muitos dos seus pacientes. Sigmund Freud cometeu suicídio em 1939 através de uma dose letal de Morfina. Morreu sendo inimigo da religião assim como Karl Marx. O homem natural seria feliz se tudo fosse permitido. Mas ele é o melhor exemplo que sem religião, sem moral o homem é um carro desgovernado pronto para colidir, e não sobrar nada. Não se confia em plena liberdade num estado real de imperfeição, é delírio. Para Freud, Deus deveria ter sido substituído pela ciência, o homem busca a Deus por uma única razão: ‘’Solidão’’. Refazendo sua frase: Um homem sem Deus morre de overdose de morfina!

O desenvolvimento da psicanálise e o mundo progressista.

Mas é impossível dissociar o Dr. Freud de sua base anterior: Hobbes e Rousseau. Em ”Totem e Tabu” ele revela que a mais terna criança é fundamentalmente sexualizada, e portanto a ligação materna desperta nela desejos incestuosos. Freud trabalhava com a mesma ideia do homem selvagem de Hobbes e Rousseau. Freud afirmava que o ser humano tinha direito a tudo, ele afirmava: ”Os humanos, tem direito a tudo e a qualquer coisa, inclusive parricídios, incestos e canibalismo, se assim desejassem”. É a negação hobbesiana-Nietzscheana do bem e do mal que fazia parte do ateísmo de Freud. Se Deus está morto, Por que tudo é permitido? Porque tanto Hobbes, Rousseau, Nietzsche e Freud acreditavam no ”homem natural” e por ser natural ele é amoral em essência, e que, no estado natural, ele tinha o direito de preservar-se por qualquer meio possível. Essa Pseudo ciência vai ganhar corpo e desenvolver ainda mais no humano e sua sociedade, um espírito cada vez mais utilitarista! Sempre é bom repetir: ”Qualquer meio possível”. É impossível dissociar Freud como base constituinte e influência direta nos regimes bárbaros. . Não é possível negar que ele foi um homem inteligente, brilhante em alguns aspectos, mas grande parte da sua pseudo ciência é de amoralidade fabricada pelo um ateísmo religioso voltado a adorar o homem amoral. Este é um péssimo legado que ele deixou para o presente tempo. Uma geração que prega o retorno ao selvagem, a primitividade. O progressimo tem desfigurado intelectualmente e fisicamente o ser humano. Fisicamente você vê o jovem usando alargadores nas orelhas como se fossem índios, argolas nos narizes e outras coisas que possam caracterizar o selvagem, o bárbaro. Intelectualmente estamos em declínio. Uma geração que celebra a primitividade como ciência e clama pela inversão de valores. Onde selvagens podem ensinar a civilizados, para que os civilizados possam expiar seus pecados por trazer a civilização opressora, por criar regras do que é certo e errado, bem e mal.

E nós como cristãos?

Somos chamados para ter a mente de Cristo, isso que dizer que nosso comportamento é submisso ao único modelo impecável na terra, nosso Senhor Jesus. Ele conhece nossas dores, nossos temores, ansiedades. O imenso vazio que toma o coração humano só pode ser preenchido pelo que Cristo fez na cruz do calvário. Eu estou de pleno acordo com o Dr. John MacArthur: ‘‘A maior intimidade do cristão com Deus ocorre quando os pensamentos do Senhor substituem os nossos e, então, moldamos nosso comportamento de acordo com a mente de Cristo”.

Soli Deo Gloria

Por Heuring Felix Motta
Colunista da Revista Consciência Cristã

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