Deputada Federal do PT Erika Kokay defende o incesto e chama de fascista toda oposição

Não é novidade! Karl Marx pregava o fim da família que ele chamava de criação burguesa. A deputada só está fazendo uma atualização da pauta. Marxismo cultural deseja destruir a família subvertendo seus valores. O incesto é apenas um dos instrumentos para provocar anarquia, e por fim remodelar com novos modelos a partir da ideologia de gênero.

Imagem - Brasília Blog
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“A melhor propaganda anti-comunista é deixar um comunista falar.”
Paulo Francis

No Brasil a estratégia das tesouras foi aplicada com eficiência. Esta “Estratégia das Tesouras” na dialética de Hegel e Marx intenta, usa e cria em jogar com as contradições não somente no plano teórico, mas no de ação para se atingir um objetivo que no caso seria a conquista e permanência no poder. Lênin sempre falou e praticou esta política da “Estratégia das Tesouras”. Que consistia em ter dois partidos comunistas sempre dominando o cenário político, midiático, econômico e social do país. De modo que se cria uma falsa direita entre a própria esquerda para não dar chance a um concorrente verdadeiramente de posições conservadoras. A própria esquerda fazendo oposição entre sua linha auxiliar. É exatamente assim que ocorre com o PT e seus filhos Rede e PSOL. O PSOL é aquele partido que teve como candidata a Luciana Genro. Este que defende o casamento gay, a descriminalização das drogas como matéria educativa nas Escolas Públicas. Entre outras pautas como a pregação em favor da Palestina e ódio a Israel, também é pautada na defesa da ideologia de Gênero. E toda esquerda unida em destruir a família judaico-cristão.

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Esta semana circulou pela internet o vídeo da Deputada Federal pelo PT, Erika Kokay. Erika Kokay é uma sindicalista e política brasileira. Reside em Brasília desde 1975, é graduada em Psicologia na Universidade de Brasília, onde participou do movimento estudantil. É bancária da Caixa Econômica Federal desde 1982. Pronto, tem uma longa história nos movimentos revolucionários, e milita nesta ala da psicologia que defende a ”quebra de tabus”. Sendo a família o tabu principal que deve ser destruído para que a sociedade viva livremente longe destes ”opressores fundamentalistas” que insistem que homem e mulher são o único modelo de família. ”Então é preciso lutar por outros modelos”. Na realidade existe uma verdade no fundo desta história. A família como conhecemos é o núcleo que produz a propriedade privada, a individualidade e as relações fora do Estado. Nela também se propaga a religião. Então é a velha máxima marxista: Eliminado a família, elimina-se a propriedade privada. Não é de hoje que a Deputada Erika Kokay do PT defende essa pauta. Ela busca meios para subverter a família através da anarquia. É da Deputada do PT e do Deputado do PSOL Jean Wyllys, a LEI JOÃO W. NERY – LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO. Projeto lei que altera o artigo 58 da Lei 6.015 de 1973. Este projeto inclusive foi motivo de plenária na Câmara Federal, onde o Pr. Silas Malafaia foi convidado para debater a questão, e protagonizou um debate com a deputada que a pós ser desmascarada e perder o debate, se retirou do local. Revelando a face verdadeira da esquerda que não aceita de modo algum, o contraditório. Boa parte do projeto autoriza inclusive que crianças façam intervenções cirúrgicas sem autorização dos pais. Veja:

Link do projeto lei: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1059446

Nova polêmica

A deputada entrou numa nova polêmica. Afirmou em vídeo que o discurso contra ideologia de gênero foi empoderado pelo deputado Eduardo Cunha. Criou-se uma ideia fora da essência religiosa para dar voz a um discurso político-fascista a fim de anular os ”modelos democráticos” de família – ou seja: Cunha é o ”inventor” da guerra contra a ideologia de gênero, ”foi ele” quem colocou fundamentalistas para lutar contra ideologia de gênero que foi ( segundo ela, distorcida) como se fosse um duelo ”contra o incesto”. Na realidade os fundamentalistas estão com ”medo” de uma sociedade incestuosa, segunda a deputada. Penso ser mais uma afirmação delirante da Kpkay! Ela na realidade desde o início da pauta chama a família tradicional de ”instituição pouco democrática”. E sabemos que essa é a base do discurso marxista. A família é essa ”instituição pouco democrática” que não permite outros modelos, diz a deputada. Este conceito de família ( segundo ela) foi colocado, imposto… No fim ela defende mesmo a ideia de que o incesto deve ser permitido. Kokay na realidade está determinada a destruir a família pregando desta vez a relação incestuosa entrelinhas no vídeo, que ela chama de ”grande tabu” que assusta os fascistas. Incesto é a atividade sexual entre membros de uma família ou entre parentes. Isso tipicamente inclui a atividade sexual entre pessoas que têm uma relação de consanguinidade. Pois bem, a Deputada do PT agora que provocar o incesto no núcleo familiar patriarcal para enfim alcançar a ideologia de gênero. Ela diz que ”refletiu” sobre o assunto e pensa que realmente o grande tabu que é o incesto, serviria de base para luta ”provcada” por Cunha. Um espantalho na verdade. Ela pensa que a partir do dialogo sobre diversidade estaria trazendo a ”boa política”. A afirmação da verdade absoluta é fascismo para ela, o modelo das Escrituras é fascista. Dialogar sobre a felicidade de todos é ideal, o prazer e o amor de várias formas, claro, inclusive o incesto é a ”base” para uma sociedade menos autoritária. O que ela defende é uma atualização das ideias de Freud e Foucault. Kokai é psicóloga, ela conhece ”Totem e Tabu”. A ideia é usar o incesto como uma forma de luta, e que para ela não deveria ser uma luta distorcida, como provocou Eduardo Cunha empoderando os fundamentalistas. Tudo acabou sendo um espantalho. Ela queria na realidade que a política aceitasse normalmente toda forma de amor. Mas que ela pensa ser, a ideia de incesto o grande tabu que assusta os fanáticos. Na realidade ela afirma que o fundamentalismo é fascista porque nega o outro, a consciência livre, e desumaniza o próximo em detrimento do seu modelo particular.Ela é confusa e abstrata! Essa confusão e espantalho que ela mesmo criou( atribuindo ao Cunha), tipifica a mentalidade revolucionária, Veja:

Na integra: https://www.youtube.com/watch?v=kgvt7TJkz44

Meu caro cristão

Mais uma vez é preciso ser claro com a cristandade. Não é possível um cristão se declarar de esquerda. Tendo em vista que essa pauta de destruir a família sempre foi base do marxismo clássico e cultural. Nas palavras do próprio Karl Marx: ”Eliminação da família! Mesmo os mais radicais se indignam com essa vergonha intenção dos comunistas. Mas no que se baseia a família atual, a família burguesa? No capital, no ganho privado. Ela só existe completamente desenvolvida para burguesia”. Manifesto Comunista Cap 2 pág 131.

Para a cristandade a família é a base de tudo. Nela encontramos liberdade, amor e companheirismo. Nela nossos filhos são preparados para vida, pelo trabalho, respeitando as tradições passando inclusive para próxima geração. Mas acima de tudo, Deus é honrado, a família defendida, a propriedade protegida, e a nação respeitada. Como bem disse G.K. Chesterton: ”A família pode ser claramente caracterizada como a suprema instituição humana. Todos deveriam admitir que ela tem sido, até agora, a célula-mãe e a unidade central de quase todas as sociedades”.

Só lembrando, pois muitos brasileiros esquecem do passado

No dia 21 de setembro de 2016, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a deputada federal Erika Kokay (PT) pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Suspeita-se que a parlamentar tenha participado do desvio de recursos públicos do Sindicato dos Bancários de Brasília, entidade da qual foi presidente entre 1992 e 1998, bem como ocultado a origem das verbas. Segundo a denúncia, Kokay ocultou a origem do dinheiro, depositando valores em uma conta de um ex-funcionário do gabinete dela, Geraldo Batista da Rocha Júnior. Os indícios levam à participação de diretores da entidade sindical e de outras pessoas ligadas à deputada e ao sindicato.

Em depoimento à Polícia Federal em 4 de agosto de 2008, Geraldo Batista contou que ele teria sido obrigado a abrir uma conta que seria usada pela parlamentar. A conta no Banco do Brasil teria sido aberta no início de 2003. À época, Kokay disse ao funcionário que era necessário ter uma conta bancária, em nome de terceiro, para pequenas despesas.

Pois é querido leitor. Exatamente essa senhora que envolvida em tantas polêmicas e escândalos que quer destruir a família modelo judaico-cristão. Claro, a fim de estabelecer de vez o Estado de cleptocracia e controle social da população para o prazer destes ”iluminados” da política brasileira. Durma com essa!

Solus Christus

Por Heuring Felix Motta
Colunista da Consciência Cristã

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