Judith Butler a extremista do movimento feminista vem ao Brasil para promover a ideologia de gênero

A principal promotora da ideologia de gênero no mundo, mas não só isso, Judith Butler é a criadora da tal teoria Queer. Esta teoria visa normatizar tudo que está a margem da lei.

Imagem - The Niche
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Judith Butler é uma filósofa pós-estruturalista estadunidense, uma das principais teóricas da questão contemporânea do feminismo. Na realidade ela não traz nada de novo, é só uma agente que atualizou as ideias da Escola de Frankfurt. Portanto, esta senhora é promotora da ONU para debater com o mundo as políticas de gêneros para nossas crianças. Só que agora a USP, mais a Revista Cult e o SESC estão patrocinando a vinda dela para falar no Brasil nos dias 7 e 9 de novembro de 2017.

Mas qual é realmente a importância desta mulher?

Judith Butler é uma das maiores ativistas do movimento feminista. Ela desenvolveu uma teoria chamada de Queer! Queer é uma palavra inglesa, usada há quase 400 anos. Na Inglaterra havia até uma “Queer Street”, onde viviam, em Londres, os vagabundos, os endividados, as prostitutas e todos os tipos de pervertidos e devassos que aquela sociedade poderia permitir. O termo ganhou o sentido de “viadinho, sapatão, mariconha, marimacho”. A Teoria Queer começa a se consolidar por volta dos anos 90, com a publicação do livro “Problemas de Gênero” (Gender Troube) da Judith Butler. Queer é a filosofia de identidade de gênero. Essa filosofia tomou as universidades Amaricanas nos cursos de humanidades que logo se tornou curso de diversidades culturais a partir dos anos 70. Toda pessoa que se encontrava na minoria, negros, gays, ladrões, viciados, traficantes, travestis é um Queer. O Queer luta pela normatização destas pessoas, luta para que elas tenha espaço na sociedade. A escola de Frankfurt chamava essas classes de lumpemproletariado, a ralé da sociedade. Mas eles serviriam como primeira linha de ataque para transformar a sociedade, a revolução começaria com a escória. É exatamente isso que Judith Butler faz: ”Promover a normatização do que há de pior na sociedade””. Mas elas não quer só isso, primeiro ela precisa perverter a sociedade conservadora. Ela é inimiga do modelo judaico-cristão, ela odeia a família e vem para o Brasil para atacar nossas crianças promovendo a ideologia de gênero.

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Não será a primeira investida da esquerda brasileira que está avançando em sua agenda progressista, que tem por finalidade destruir o modelo de família judaico-cristão. Esta coluna é o principal alvo do marxismo cultural. Visa subverter tudo que se relacione com este modelo. Olha o que diz Joseph Sobran: “O Socialismo sempre atacou três instituições sociais básicas: Religião, família e propriedade privada. Religião, porque demanda uma autoridade rival ao Estado; família, porque representa uma lealdade que não é ao Estado; e propriedade, porque significa independência material do Estado.”

Não se pode esperar jogo limpo vindo dos marxistas. Eles são desonestos intelectualmente, abstratos, e usam sempre do raciocínio circular. A mentalidade revolucionária é anti-política da prudência, pensam em mudanças sem medir as consequências.

Claro, a questão não é somente protestar contra uma falsária a serviço da ONU, mas implica também no uso do dinheiro público para promover ta ideologia. A USP está de cabeça nisso, Universidade pública que é mantida com o dinheiro do contribuinte financiando a ideologia nefasta de ativista extremista do movimento feminista. Mas o povo está reagindo e protestando pacificamente. O site da www.citizengo.org fez uma petição para anular o evento no SESC Pompeia. Por enquanto este é o resultado do protesto, veja:

Mas você ainda pode votar! É só copiar este link: http://www.citizengo.org/pt-pt/node/108060?tc=fb&tcid=41927979

É muito importante que a família brasileira mostre sua indignação, que proteste e lute por sua família e pela família brasileira. Este é também um mandamento do Senhor: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Muita gente ignorante acaba caindo neste canto da sereia, nosso papel é informar e protestar.

A sociedade cristã está se manifestando e explicando o problema que é a vinda desta mulher nefasta ao Brasil. O jornalista Bernardo P. Küster foi muito feliz em seu vídeo convocatório, veja:

A psicóloga Marisa Lobo também fez um breve vídeo expondo o perigo:

Estamos numa guerra cultural e o inimigo nunca dorme. Somos convocados por Deus para defender nossa família com nossas vidas. Nosso protesto tem que ser relevante, tem que ser ouvido pela sociedade, Não podemos nos conformar jamais. É bom sempre relembrar a frase de um dos maiores estadistas que governou os Estados Unidos: ”Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes”… Abraham Lincoln.

Que Deus tenha misericórdia do Brasil

Soli Deo Gloria

Por Heuring Felix Motta
Colunista da Revista Consciência Cristã

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