“Jesus Cristo foi o primeiro trans”, diz a 1ª “pastora” transgênera da América Latina

A "pastora" lidera uma comunidade gay em São Paulo, que faz uma releitura de Deus onde justiça e poder são substituídos por um "coração maternal"

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Marie Declerco, colunista do site VICE (página de pautas gays e “progressistas”), publicou recentemente um artigo sobre a primeira “pastora transgênero” da América Latina. O encontro entre a jornalista e a “pastora” (um homem de fortes traços masculinos no rosto, que tenta diminuí-los com maquiagem, sobrancelhas bem feitas e roupas femininas) aconteceu no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, no último dia 15 de junho, no feriado cristão de Corpus Christi.

“Minas, manos e monas concentrados no coração da cidade estavam envoltos em bandeiras do arco-íris na Feira LGBT que antecipou a Parada deste ano”, escreveu Declerco. E prosseguiu: “Foi nessa confusão organizada que me encontrei com Alexya Salvador, mulher trans de 36 anos e pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), que me aguardava para uma entrevista sobre sua trajetória e a recente adoção de Ana Maria, uma menina transgênera de 10 anos de idade”.

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“Uma menina transgênero de 10 anos de idade”. Já neste ponto, devo pedir desculpas ao leitor pelo uso excessivo de aspas. No entanto, parece-me impossível abordar um assunto como este sem utilizar deste recurso, uma vez que o assunto é realmente estranho. Em síntese, o que lemos na notícia é que um indivíduo do sexo masculino que afirma que é mulher, usurpou para si o título pastor (aliás, pastorA!) e adotou uma criança de 10 anos, que segundo a mãe (ou seria pai? um trans-pai?) é também uma criança transgênero.

Como se não bastasse a quantidade de coisas fora de lugar nessa matéria, essa “pastora” transgênero, um homem biológico que está enfiando na cabeça de uma criança de 10 anos que ela também é transgênero, afirmou ainda — com base no seu achismo e na sua vontade de colorir o mundo com as cores do arco-íris — que Jesus foi o uma espécie de transexual. Aliás, não só isso, mas também foi o pioneiro na prática deste pecado!

Alexya Salvador (ou seja lá qual for seu nome verdadeiro) é pastora da ICM, denominação criada em 1968 nos Estados Unidos e que chegou no Brasil em 2003 com o objetivo da igreja é abraçar a população LGBTQ. Talvez você esteja se perguntando o que significa esta letra Q no final da sigla. Não se preocupe por isso, porque o assunto é realmente confuso, como explicarei no próximo parágrafo.

Na verdade, os movimentos de cunho gay englobam cada vez mais comportamentos e práticas esquisitas, sendo necessária a inovação constante da sigla para abranger todas as formas de “amor” por eles admitidas. Há algum tempo eram apenas GLS (Gays, Lésbicas e simpatzantes). Depois a coisa mudou para LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis). Nos Estados Unidos a sigla LGBT ganhou o acréscimo da letra I no final representando o “interssexo”, que são basicamente pessoas que não se consideram homens e nem mulheres, sem necessariamente se considerarem bi, trans, ou mesmo se enquadrar na categoria de hemafroditismo (essa sim uma questão biológica/genética).

Com o advento dos movimentos sociais de cunho gay, uma denominação surgiu com o acréscimo da letra Q, e a sigla ficou LGBTQ ou LGBTQI. Ao fazer isso, eles tentam indicar que além da orientação sexual e da diversidade de gênero, eles querem englobar aqueles que se alinham aos estudos Queer, que afirmam que “não existem papéis sexuais essenciais ou biologicamente inscritos na natureza humana”. Segundo este estudo, a heterossexualidade nunca foi a forma padrão de relacionamento, como se a quantidade de seres humanos que vemos hoje no mundo tivessem todas nascido de um aparelho excretor, como disse o político Levy Fidelis, e que depois quase foi preso por isso.

Ficou perdido com as definições? Pois isso está longe de acabar: Há ainda pessoas que se identificam como Pansexuais, para indicar que se sentem atraídas por pessoas de qualquer gênero (e até há casos de gente que se sente atraída por objetos e coisas, como uma poltrona, ou uma melancia), outras ainda se apresentam como assexuadas, ou seja, não se sentem atraídas sexualmente por nenhum sexo ou gênero, portanto as letras P e A também podem ser acrescentadas na sigla (que ficaria LGBTQIPA!), embora essas formas sejam, em geral, menos utilizadas.

Alexya Salvador em culto na Igreja Cristã Metropolitana, comunidade gay em SP

JESUS TRANSEXUAL?

Mas deixemos essa digressão e retomemos o tema da “pastora” e da transexualidade que ela enxergou em Jesus. Como foi que ela chegou a tal afirmação? Deixemos que Alexya mesmo explique:

“Nós aprendemos desde o Gênesis que existe a Santa Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Deus, portanto, mandou seu filho para a terra. Jesus, o filho, tinha o gênero divino, correto? Então, quando ele desceu para a terra ele passou a ter o gênero humano. Então, se Jesus pode se transicionar, por que eu não posso?”, diz a “teóloga”, em uma exegese tão precária, bruta e blasfema que até faz doer o coração. E prossegue:

“Na ICM a gente ousa dizer que Deus é mulher. Porque essa parte masculina de Deus é muito feia. Esse Deus que fica 24 horas no trono, o Todo Poderoso, que você esbarra em algo e ele te condena. A gente não faz essa leitura, a gente acha que Deus é mãe, é amor”.

Paro por aqui, porque simplesmente não tenho mais estômago para este assunto. A nossa sociedade é livre, e nela Alexya pode ser o que ela quiser: Gay, Trans, Pan, Inter… Ela pode ter sexo com qualquer adulto que lhe der consentimento, seja do gênero que for. E nós temos o pleno direito de discordar de forma pacífica, sendo esta uma regra básica para o convívio em sociedade. Mas o movimento gay não quer viver em paz, ele quer solapar nossa paz. Ele quer destruir o conceito cristão de família, diluir nossas doutrinas, desrespeitar nosso Deus e pisar na nossa fé, transformando Deus em mãe e Jesus em “trans”, e isso é algo que nós cristãos não podemos admitir.

Que Deus tenha misericórdia destas almas que insultam o nome do Senhor, e que se apiede de nós que somos a cada dia tolhidos em nossos direitos por causa de uma minoria que não está contente com praticar seus atos libidinosos, mas deseja impor a ferro e fogo sua conduta aos demais, perverter nossas escolas e catequizar nossas crianças na arte da imoralidade.

Por Léo Gonçalves
Com informações do VICE
Imagem: Pétala Lopes

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