A ditadura perfeita e o admirável mundo novo

A ''profecia de Aldous Huxley se tornou uma realidade no presente tempo. Em sua obra genial chamada de ''Admirável Mundo Novo'', ele narra uma história fictícia de uma ditadura perfeita auto imposta pela democracia. Uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual a mera menção das antiquadas palavras “pai” e “mãe” produzem repugnância.

Imagem - Jornal 3
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A profecia de Aldous Huxley começa a se transformar em realidade. Ele dizia, na década de 30, que a ditadura do futuro seria parecida com uma democracia, pois seria auto-imposta.

Pois o mundo ocidental criou a ditadura do politicamente correto, que rompeu as barreiras do comportamento e passou a ser lei em muitos países, como o Canadá.

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Lá, recentemente foi aprovada uma lei que considera crime tratar uma pessoa usando o seu sexo como base. Por exemplo, tratar um homem como o pronome ele é uma ofensa criminal se tal homem preferir ser tratado pelo pronome ela, ou por um pronome “neutro”, pois tal ato seria o equivalente “a uma agressão sexual”, segundo os proponentes da nova legislação.

Ou seja, a esquerda está criando uma novilíngua que impede não apenas a correta descrição da realidade, mas qualquer discussão sobre alguns temas.

O último desdobramento do caso ocorreu hoje, quando uma aluna da Wilfrid Laurier University, Lindsay Shepherd, que também vem a ser uma professora assistente, está sendo perseguida pela administração da Universidade por ter apresentando numa aula de “Pensamento Crítico” a discussão sobre o uso do pronome “They”, ou “eles” em português, no singular, como uma forma de “pronome neutro”.

Ou seja, ao invés de escrever “João recebeu uma rosa, ele adora flores”, a frase ficaria “João recebeu uma rosa, eles adoram flores”, caso João não goste de ser tratado pelo seu sexo, num óbvio absurdo gramatical.

Mas Lindsay não foi advertida por ter criticado o uso do pronome “eles” no singular. Ela simplesmente apresentou dois vídeos em sala de aula, com dois outros professores dando a sua opinião sobre se seria correto utilizar “eles” no singular ou não. Um desses vídeos é do professor Jordan Peterson, uma das personalidades envolvidas na luta contra a aprovação da lei.

Foi o suficiente para que um dos alunos fizesse uma reclamação formal, gerando então a advertência. A administração da Universidade disse que a mera apresentação da opinião de Peterson em sala de aula gera uma ambiente tóxico e ofensivo a alguns estudantes.

Isso não é novidade, em várias universidades americanas e canadenses, uma opinião conservadora já é considerada além dos limites, basicamente uma postura “supremacista branca e fascista que não deve ser tolerada na sociedade moderna”.

Vejam que o ambiente universitário na América do Norte não é muito diferente do Brasil, onde a simples apresentação de um documentário do Olavo de Carvalho gera até mesmo agressões físicas aos seus organizadores.

A esquerda sabe que perde em qualquer debate genuíno com a direita, então utiliza o seu domínio cultural estabelecido nas últimas décadas para impedir a discussão, quando não conseguem até mesmo criminalizá-la.

Dessa forma, podem continuar a lavagem cerebral nos jovens universitários, cada vez mais transformados em imbecis completos, prontos a aceitarem de bom grado o totalitarismo esquerdopata.

Via perfil do facebook

Por Leandro Ruschel

Landro Ruschel é Empreendedor, investidor e trader. Conservador nos costumes e liberal na economia.

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